Lorde – Pure Heroine – 2013

Lorde

Pure Heroine: disco da Lorde, de 2013

Por Marcos Lauro

Esse disco foi composto e co-produzido por uma menina neo-zelandesa de 16 anos de idade. Numa primeira olhada, a menina é estranha. O rosto e a voz têm mais de 16 anos. Bem mais! Mas numa primeira ouvida, você percebe que tem algo de diferente aí.

Não quero entrar nesse mérito de “geração y” fazendo música porque o dom independe de geração, é individual. E Lorde, além de ter uma ótima voz, tem o dom de fazer boa música – ou, no mínimo, uma música instigante.

Tudo isso a fez ser a primeira artista solo da Nova Zelândia a chegar ao topo do Hot 100 da Billboard. E ainda ter o seu hit, Royals, premiado como a Canção do Ano no último Grammy – que dá dezenas de prêmios em categorias estranhas, mas, claro, tem o seu valor.

A música da Lorde é minimalista, mas tem os elementos básicos que mexem com a nossa curiosidade. Uma das perguntas que mais surgem à mente quando se ouve Pure Heroine é “isso tudo saiu de uma menina de 16 anos?”. Sim, pelo que consta, sim. Inclusive o nome do disco. Pasmém!

Além de Royals, o disco tem Ribs, Tennis Court – faixa de abertura – e o incrível grave que a menina executa em Team para serem degustadas com mais atenção.

Não basta vir da Nova Zelândia. Não basta ter 16 anos. Lorde ainda canta muito e faz um ótimo disco.

Lorde – Pure Heroine

Ouça o disco

  1. Tennis Court
  2. 400 Lux
  3. Royals
  4. Ribs
  5. Buzzcut Season
  6. Team
  7. Glory and Gore
  8. Still Sane
  9. White Teeth Teens
  10. A World Alone
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