Zeca Pagodinho – Deixa Clarear – 1996

Zeca Pagodinho - Deixa Clarear - 1996

Zeca Pagodinho – Deixa Clarear – 1996

Colaboração de Malcon Fernandes

O disco que veio a dar um grande salto na carreira de Zeca Pagodinho dez anos depois de ter estreado nas prateleiras conseguiu mostrar que o sambista, autor de “Camarão Que Dorme A Onda Leva”, “Judia De Mim” e “SPC”, tinha potencial para dividir as paradas e as rádios com “tchans” e “marrons bombons”.

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Otto – Samba pra Burro – 1998

Samba pra Burro: disco do Otto, de 1998

Samba pra Burro: disco do Otto, de 1998

Por Marcos Lauro

Samba pra Burro é o disco de estreia da carreira solo de Otto. Antes conhecido como percussionista de bandas como Nação Zumbi e Mundo Livre S/A, em 1998 ele decolou para aventuras eletrônicas. O disco, produzido por Apollo 9, é calcado no drum ‘n’ bass – gênero que experimentava uma volta ao mainstream na época.

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Joaquín Sabina – 19 Días y 500 Noches -1999

Joaquin Sabina

19 días y 500 noches: disco de Joaquín Sabina, de 1999

Colaboração de Malcon Fernandes

Existe sim provas de que a música espanhola tem grandes nomes e que merecem reconhecimento imenso no nosso Brasil. Um desses nomes é o ubedense Joaquín Ramón Martínez Sabina, conhecido simplesmente como Joaquín Sabina, dono de uma imensa trajetória musical que começou enquanto adolescente. Porém, só desfrutaria mais no exílio em Londres, nos anos 70, participando de grupos teatrais e exibindo filmes proibidos na Espanha, ainda sob o poder do ditador Franco.

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Wynton Marsalis & Ellis Marsalis – Joe Cool’s Blues – 1994

Wynton MarsalisEllis Marsalis

Joe Cool’s Blues: disco de Wynton Marsalis & Ellis Marsalis, de 1994

Colaboração de Paulo Caruso

Nota do editor: O homem que passa sua visão sobre o mundo por meio de ilustrações não poderia escolher melhor trilha sonora: o jazz, tema dos desenhos do Charlie Brown, o Peanuts, de Charles Schulz. E escolheu as palavras do próprio autor do disco, Wynton Marsalis, para falar sobre a trilha da animação.

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Jeff Buckley – Grace – 1994

jeff buckley grace

Grace: disco de Jeff Buckley, de 1994

Por Leo Morato

De todas as perdas que alguém pode sofrer ao longo da vida, a morte é, com certeza, a maior delas. Irremediável e sem volta. A morte de Jeff Buckley, aos 30 anos, por afogamento, em 1997, foi das maiores perdas que o mundo da música já teve.

Perder um ícone como Frank Sinatra, aos 82 anos, ao final da carreira e da vida (literalmente) tem um significado de perda muito menor do que quando isso ocorre com um talento tão grande e promissor como Jeff Buckley. E é disso que seu principal disco, Grace, fala: perdas.

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Prodigy – The Fat of the Land – 1997

The Fat of the Land Prodigy

The Fat of the Land: disco do Prodigy, de 1997

Por Marcos Lauro

Três ingleses de Essex. Um que quase não aparece, Liam Howlett, mago dos sintetizadores, samplers, efeitos e afins. Mais dois vocalistas-dançarinos: Maxim, mal-encarado, folgado e encrenqueiro (no show do Prodigy em São Paulo, em 1998, ele intercalava o dedo médio com cusparadas em quem estivesse na grade) e Keith Flint, uma espécie de Bozo que veio do inferno, com suas roupas coloridas e seu (pouco) cabelo estranho. Em 1997, esses caras resolveram revolucionar a música eletrônica e invadir o mainstream com um som sujo e pesado.

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Weezer – My Name is Jonas – 1994

My Name is Jonas Weezer

My Name is Jonas: disco do Weezer, de 1994

Colaboração de Eduardo Taques

Com “My Name is Jonas”, primeira faixa do disco homônimo de 1994 (também conhecido como The Blue Album), o Weezer apresenta o seu disco de estreia a um público cada vez mais curioso pela crescente onda grunge que varre os Estados Unidos e o mundo.  Nesta canção, um delicado dedilhado de violão precede uma melodia de furiosas guitarras juvenis.

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Raimundos – Raimundos – 1994

Raimundos

Raimundos: disco dos Raimundos, de 1994

Por Marcos Lauro

Um dos discos mais chulos, baixos, apelativos, porcos, desrespeitosos e podres da história do rock and roll nacional… e, justamente por isso, um dos mais brilhantes.

A estreia dos Raimundos em disco é uma pérola da década de 1990 e que influenciou uma geração de roqueiros brasileiros. A mistura de forró com rock nem era uma novidade, mas não era usada com êxito já há um bom tempo… isso fez com que uma série de outras bandas seguisse esse caminho e até se falasse de um gênero, um movimento: o forrock.

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Thaíde & DJ Hum – Preste Atenção – 1996

Thaíde & DJ Hum

Preste Atenção: disco de Thaíde & DJ Hum, de 1996

Por Marcos Lauro

Em 1996, o rap já estava consolidado dentro da cultura brasileira. Não era jogo ganho (como não é até hoje), mas o ritmo já era reconhecido, tinha artistas estabelecidos e até alguns clássicos. E pelo menos quatro faixas desse disco de Thaíde & DJ Hum, com o tempo, também se tornaram clássicos do gênero: “Afro Brasileiro”, “Malandragem Dá Um Tempo”, “Mó Treta” e “Senhor Tempo Bom”.

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Los Hermanos – Los Hermanos – 1999

Los Hermanos

Los Hermanos: disco dos Los Hermanos, de 1999

Por Marcos Lauro

A década de 1990 foi rica para a música pop brasileira. Cheia de novidades como Chico Science, Nação ZumbiRaimundosCharlie Brown Jr… a molecada – e um tanto dos adultos – estavam representados nos palcos. Outra dessas novidades era o Los Hermanos. Mas mal sabíamos que justamente aquela banda que misturava hardcore com temas boêmios seria a ruptura.

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