Marcia Castro – Treta – 2017

Marcia Castro – Treta – 2017

Por Marcos Lauro

Fui positivamente surpreendido por Marcia Castro. Não que eu não conhecesse e respeitasse o seu trabalho antes, longe disso. Mas ao lançar o álbum Treta, pelo selo Joia Moderna, ela se joga tão intensamente no pop que assusta.

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Otto – Samba pra Burro – 1998

Samba pra Burro: disco do Otto, de 1998

Samba pra Burro: disco do Otto, de 1998

Por Marcos Lauro

Samba pra Burro é o disco de estreia da carreira solo de Otto. Antes conhecido como percussionista de bandas como Nação Zumbi e Mundo Livre S/A, em 1998 ele decolou para aventuras eletrônicas. O disco, produzido por Apollo 9, é calcado no drum ‘n’ bass – gênero que experimentava uma volta ao mainstream na época.

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Gotan Project – Lunático – 2006

Lunático: disco do Gotan Project de 2006

Lunático: disco do Gotan Project de 2006

Por Marcos Lauro

Algumas palavras são ditas com as sílabas invertidas nas quebradas de Buenos Aires. Assim, tango vira gotan. E daí saiu o nome do Gotan Project, um dos grupos mais bem sucedidos na mistura entre tango, milonga e música eletrônica.

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Daft Punk – Randon Access Memories – 2013

Daft Punk - Randon Access Memories

Randon Access Memories: disco do Daft Punk, de 2013

Por Leo Morato

O álbum com maior número de hits na longeva carreira do Daft Punk é Discovery, de 2001, que explodiu graças à MTV, que divulgou incansavelmente todos os clipes do álbum e até tentou – sem sucesso – fundi-los para transformar todas as faixas num filme.

Apesar de toda essa indústria cultural em torno de Discovery, o álbum que levou a dupla francesa ao status de mitos da história da música foi Randon Access Memories.

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Prodigy – The Fat of the Land – 1997

The Fat of the Land Prodigy

The Fat of the Land: disco do Prodigy, de 1997

Por Marcos Lauro

Três ingleses de Essex. Um que quase não aparece, Liam Howlett, mago dos sintetizadores, samplers, efeitos e afins. Mais dois vocalistas-dançarinos: Maxim, mal-encarado, folgado e encrenqueiro (no show do Prodigy em São Paulo, em 1998, ele intercalava o dedo médio com cusparadas em quem estivesse na grade) e Keith Flint, uma espécie de Bozo que veio do inferno, com suas roupas coloridas e seu (pouco) cabelo estranho. Em 1997, esses caras resolveram revolucionar a música eletrônica e invadir o mainstream com um som sujo e pesado.

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Fatboy Slim – You’ve Come a Long Way, Baby – 1998

Fatboy Slim

You’ve Come a Long Way, Baby: disco do Fatboy Slim, de 1998

Por Marcos Lauro

No começo dos anos 1990, o que dominava a música eletrônica era a chamada Eurodance – que chamamos informalmente aqui de “poperô”. Era o estilo que estava nas rádios e nas baladas. A partir de 1996, um outro estilo com as mesmas ambições populares aparecia para aproveitar o vácuo deixado pela Eurodance: o Big Beat.

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Portishead – Dummy – 1994

Portishead

Dummy: disco do Portishead, de 1994

Por Marcos Lauro

Em 1994, a cena eletrônica da Inglaterra estava em plena efervescência. O Prodigy já estava no segundo disco e causava com tudo e com todos. O Chemical Brothers se preparava para lançar seu primeiro trabalho, com tons altos e batidas aceleradas – o que se chamou à época de “big beat”. E tinha espaço também para sons mais introspectivos, escuros e por vezes relaxantes. Aí é que entra o Portishead.

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Broadcast and The Focus Group – Investigate Witch Cults of the Radio Age – 2009

Broadcast and The Focus Group

Investigate Witch Cults of the Radio Age: disco do Broadcast and The Focus Group, de 2009

Colaboração de Gil Duarte

Quando escutei esse disco pela primeira vez, pensei: “Que viagem de cola torta é essa?”! Fiquei fascinado pela riqueza nos detalhes psicodélicos sessentistas/setentistas que fazem desse disco uma obra prima.

Um disco feito em parceria entre a Broadcast – banda com influências de eletronic indie, fundada em Birmingham, Inglaterra -, o Focus Group – que é um projeto do músico eletrônico experimental e o designer gráfico, Julian House.

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Devo – Oh, No! It’s Devo – 1982

Devo

Oh, No! It’s Devo: disco do Devo, de 1982

Por Marcos Lauro

Eu nunca tinha ouvido um disco inteiro do Devo até o festival Planeta Terra de 2007. Só alguns “hits” como Peekaboo e Time out for Fun. Mas depois daquele show energético e vibrante, eu tinha que conhecer mais. E a paixão por Oh, No! It’s Devo foi à primeira ouvida!

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Pet Shop Boys – Please – 1986

Pet Shop Boys

Please: disco do Pet Shop Boys, de 1986

Colaboração de Gabriela Pedron

Comecei a estudar inglês aos oito anos e lembro que meu único interesse era aprender as letras do Pet Shop Boys para poder cantar certinho. Please é o álbum de estreia da dupla inglesa que marcou a história do pop, a adolescência de muitas (os) quarentonas (ões).

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