Apanhador Só – Antes que Tu Conte Outra – 2013

Apanhador Só

Antes que tu conte outra: disco do Apanhador Só, de 2013

Colaboração de Carolina Serpejante

Posso dizer que Apanhador Só foi uma banda me dada de presente pela internet. Não sei em que contexto comecei a ouvi-la ou se alguém de fato me indicou – talvez por que isso seja totalmente desnecessário a essa altura.

Ouvindo o som, num primeiro momento, pensei que era só mais uma banda indie que repetiria estereótipos e reforçaria modismos, como lançar discos de vinil e reciclar sons que já cansei de ouvir – mas não deixo de gostar, é verdade. Comumente comparado com Los Hermanos, a banda parecia ter a promessa de cair nesse balaio do comum. Que erro o meu!

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Weezer – My Name is Jonas – 1994

My Name is Jonas Weezer

My Name is Jonas: disco do Weezer, de 1994

Colaboração de Eduardo Taques

Com “My Name is Jonas”, primeira faixa do disco homônimo de 1994 (também conhecido como The Blue Album), o Weezer apresenta o seu disco de estreia a um público cada vez mais curioso pela crescente onda grunge que varre os Estados Unidos e o mundo.  Nesta canção, um delicado dedilhado de violão precede uma melodia de furiosas guitarras juvenis.

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Mumford & Sons – Sigh No More – 2009

Mumford & Sons

Sigh No More: disco do Mumford & Sons, de 2009

Por Leo Morato

Esqueça a técnica, esqueça que o bumbo se repete da mesma forma em todas as músicas, esqueça tudo. Preste atenção apenas na alma e no coração. No que ele diz. E vá. Ouça. Sem pular nenhuma faixa. Você se deparará com preciosidades que falam muito mais do que solos trabalhados de guitarra ou viradas performáticas de bateria.

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Yeah Yeah Yeahs – Fever to Tell – 2003

Yeah Yeah Yeahs

Fever to Tell: disco do Yeah Yeah Yeahs, de 2003

Por Marcos Lauro

No comecinho dos anos 2000, o rock se recuperava de uma grave crise. Aliás, bem grave! Afinal, pra muita gente, o rock tinha acabado de morrer. Mas para desespero dos que já escreviam o obituário do ritmo, uma leva de bandas jogou sangue novo na história e remontou a cena.

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The Ting Tings – We Started Nothing – 2008

The Ting Tings

We Started Nothing: disco do The Ting Tings, de 2008

Por Marcos Lauro

Daqui a alguns anos, se alguém te perguntar como era a música indie (ou do rock alternativo, pra evitar o termo “indie”, já gasto) do fim da década de 2000, pode indicar esse disco sem pensar duas vezes.

Logo no trabalho de estreia, o The Ting Tings juntou quase todos os elementos da categoria: é um disco festivo, mas que também abre espaço para sons mais lentos e tem um certo descompromisso, aquela sensação de “estamos fazendo isso por diversão”.

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Arcade Fire – Funeral – 2005

Arcade Fire

Funeral: disco do Arcade Fire, de 2005

Por Leo Morato

Apesar do nome e de ser o álbum de estreia da banda, Funeral mostra a ousadia e o desejo daquilo não parar por alí, do Arcade Fire se tornar algo grande. E se tornou. Apesar de restritos ao público indie e sem nenhum hit que tenha caído na boca das massas, os canadenses se mostraram ousados logo de cara.

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White Stripes – Elephant – 2003

White Stripes

Elephant: disco do White Stripes, de 2003

Por Marcos Lauro

Seven Nation Army é um dos grandes hinos dessa geração dos anos 2000. A melodia da música é tão marcante e pegajosa que virou de tudo: tem remixes eletrônicos, versões nos mais diversos ritmos e estilos e até canto de torcida dos mais variados esportes – ou você acha super normal 71 mil pessoas entoarem a música na abertura de um jogo de futebol americano quase 10 anos depois do seu lançamento?

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Broadcast and The Focus Group – Investigate Witch Cults of the Radio Age – 2009

Broadcast and The Focus Group

Investigate Witch Cults of the Radio Age: disco do Broadcast and The Focus Group, de 2009

Colaboração de Gil Duarte

Quando escutei esse disco pela primeira vez, pensei: “Que viagem de cola torta é essa?”! Fiquei fascinado pela riqueza nos detalhes psicodélicos sessentistas/setentistas que fazem desse disco uma obra prima.

Um disco feito em parceria entre a Broadcast – banda com influências de eletronic indie, fundada em Birmingham, Inglaterra -, o Focus Group – que é um projeto do músico eletrônico experimental e o designer gráfico, Julian House.

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The Raconteurs – Consolers of the lonely – 2008

Raconteurs

Consolers of the lonely: disco do Raconteurs, de 2008

Por Leo Morato

Raconteur. Assim eram chamados os contadores de histórias na Idade Média, no interior da França. Esse foi o nome escolhido por Jack White para mais um dos seus inúmeros (e sempre ótimos) projetos musicais: The Raconteurs.

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Lorde – Pure Heroine – 2013

Lorde

Pure Heroine: disco da Lorde, de 2013

Por Marcos Lauro

Esse disco foi composto e co-produzido por uma menina neo-zelandesa de 16 anos de idade. Numa primeira olhada, a menina é estranha. O rosto e a voz têm mais de 16 anos. Bem mais! Mas numa primeira ouvida, você percebe que tem algo de diferente aí.

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