Paralamas do Sucesso – Selvagem? – 1986

paralamas do sucesso selvagem

Selvagem?: disco dos Paralamas do Sucesso, de 1986

Colaboração de Rafael Figura

Tenho MUITAS ressalvas em relação ao “movimento” do rock brasileiro dos anos 80. Não compro a rebeldia de condomínio de filhos de diplomatas e tampouco me deixo seduzir pela aura romântica pintada por alguns quarentões precocemente nostálgicos.

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Rael – Ainda Bem Que Eu Segui As Batidas do meu Coração – 2013

Rael

Ainda Bem Que Eu Segui As Batidas do meu Coração: disco de Rael, de 2013

Por Marcos Lauro

Rael sempre teve sua caminhada no rap, com seu trabalho junto ao grupo Pentágono. O rap é grande, bastante universl, mas às vezes algumas vozes sentem a necessidade de alçar vôos ainda mais altos, sair da caixinha/rótulo… ou não necessariamente sair, mas colocar um dos pés em outras áreas do conhecimento musical.

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Maskavo Roots – Maskavo Roots – 1995

Maskavo Roots

Maskavo Roots: disco do Maskavo Roots, de 1995

Colaboração de Ricardo Schott

O melhor disco do rock brasileiro dos anos 1990 faz vinte anos em 2014. Errou quem pensou em qualquer coisa dos Raimundos, do Charlie Brown Jr. (há quem valorize), da Nação Zumbi, do Planet Hemp. Ou em alguma sobra dos anos 80 que vigorou nos 90. Nada disso, pelo menos no aparelho de som daqui de casa.

O melhor disco de rock brasileiro daquela década é de uma banda que, para muitos, soou como uma forma de capitalizar em cima da febre de reggae “conceitual” deflagrada pelo Skank – e bem antes do Rappa conhecer o sucesso de verdade.

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Sublime – Sublime – 1996

Sublime

Sublime: disco do Sublime, de 1996

Por Marcos Lauro

A faixa de abertura, Garden Groove, serve como um cardápio. Por ela já dá pra ver as opções que teremos pelas 17 faixas que vêm pela frente: beats de rap, reggae, dub, ska, rock e por aí vai.

O trio de Long Beach, Califórnia, mostrava tudo o que podia fazer nessa estreia por uma grande gravadora. O Sublime já havia lançado dois discos pela Skunk Records e agora entrava na MCA, hoje Universal Music.

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Jimmy Cliff – Rebirth – 2012

 Jimmy Cliff

Rebirth: disco de Jimmy Cliff, de 2012

Por Marcos Lauro

O disco anterior saiu em 2004, mas há um bom tempo o nome de Jimmy Cliff não significava muita coisa para o grande público. A surpresa em Rebirth é a produção de Tim Armstrong, vocalista do Rancid, banda de ska que até empresta sua “Ruby Soho” para a voz do mestre, em uma releitura que busca forças nas raízes do ritmo da Jamaica.

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Os Paralamas do Sucesso – O Passo do Lui – 1984

Paralamas do Sucesso

O Passo do Lui: disco dos Paralamas do Sucesso, de 1984

Por Marcos Lauro

Podemos dizer que esse é um disco importante pra toda a geração do rock brasileiro dos anos 1980. É o segundo disco dos Paralamas do Sucesso, de 1984, O Passo do Lui. Foi o primeiro disco de ouro da banda – mais de 100 mil cópias vendidas, chegando a 250 mil.

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Bob Marley & The Wailers – Natty Dread – 1974

Bob Marley & The Wailers

Natty Dread: disco de Bob Marley & The Wailers, de 1974

Por Marcos Lauro

Natty Dread é um marco na discografia de Bob Marley. Primeiro disco de ouro na Inglaterra, primeiro disco sem Peter Tosh e o primeiro disco com os Barrett na cozinha. E aqui, apareceram também a The I-Threes, trio vocal feminino que se tornou uma marca registrada do som do rei da Jamaica.

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Jack Johnson – On and On – 2003

Jack Johnson

On and On: disco de Jack Johnson, de 2003

Colaboração de Aldine Rosa e Paulo Rezende

Jack Johnson é dos raros casos de ótimos músicos de reggae que não são jamaicanos. O surfista e violeiro dos bons é americano e tem na sua música a marca e o clima de sua terra natal, a terra do surf, o Havaí.

Suas músicas sempre foram inspiradas e baseadas na música típica da ilha do Oceano Pacífico que faz parte dos Estados Unidos. O som suave de seu violão com a suavidade de sua voz conseguem trazer calmaria e inspiração.

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Cidade Negra – Sobre Todas as Forças – 1994

Cidade Negra

Sobre Todas as Forças: disco da Cidade Negra, de 1994

Por Marcos Lauro

O reggae precisou de 30 anos para explodir comercialmente no Brasil. Do primeiro reggae brasileiro (“Rosinha”, gravado em 1964, por Roberto Carlos) até Sobre Todas as Forças, alguns tentaram – “Não Chore Mais”, versão de Gil para Bob Marley, estourou em 1979 e Os Paralamas do Sucesso já haviam incorporado o ritmo às suas músicas – mas todos foram êxitos pontuais.

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