Zeca Pagodinho – Deixa Clarear – 1996

Zeca Pagodinho - Deixa Clarear - 1996

Zeca Pagodinho – Deixa Clarear – 1996

Colaboração de Malcon Fernandes

O disco que veio a dar um grande salto na carreira de Zeca Pagodinho dez anos depois de ter estreado nas prateleiras conseguiu mostrar que o sambista, autor de “Camarão Que Dorme A Onda Leva”, “Judia De Mim” e “SPC”, tinha potencial para dividir as paradas e as rádios com “tchans” e “marrons bombons”.

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Cartola – Cartola II – 1976

Cartola

Cartola II: disco do Cartola, de 1976

Por Leo Morato

O Led Zeppelin tem seus discos II, III e IV do final da década de 60. Discos antológicos. Mas como quem não gosta de samba, bom sujeito não é, ou é ruim da cabeça ou doente do pé ou um pouco desatento às preciosidades do gênero, poucos anos depois, um dos gênios da música brasileira lançou o seu “II”, que acabou se tornando um dos mais importantes álbuns da história da música do país.  

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Martinho da Vila – Canta Canta, Minha Gente – 1974

Martinho da Vila

Canta Canta, Minha Gente: disco de Martinho da Vila, de 1974

Por Marcos Lauro

Em 1974, Martinho da Vila já era um grande nome do samba. Quando lançou Canta Canta, Minha Gente, ele já colecionava hits e esse disco vinha para somar mais alguns à sua carreira. Começando pela faixa-título, um dos maiores clássicos da sua carreira e da história do samba.

Disritmia, a segunda faixa, ficou gravada na mente de todo boêmio que se preze. E não só na mente deles, já que essa foi a música a mais tocada nas rádios em 1974.

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Noriel Vilela – Eis o “Ôme” – 1974

Noriel Vilela

Eis o “Ôme”: disco de Noriel Vilela, de 1974

Por Leo Morato com colaboração de Juliana Couto

Deixe seus preconceitos de lado. O samba de candomblé é muito mais popular do que você imagina. Graças à voz de Noriel Vilela, com certeza, alguma vez na vida você ouviu ou até mesmo cantou uma música da cultura de terreiro umbandista, a mais forte e intensa mistura entre a música brasileira e africana.

Noriel Vilela é o autor de 16 toneladas, que ficou famosa no arranjo e voz do Funk Como Le Gusta.

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Criolo – Nó na orelha – 2011

Criolo

Nó na orelha: disco do Criolo, de 2011

Por Leo Morato

Quando um artista e sua obra fogem ao padrão de comportamento e ao estereótipo do rótulo ao qual ele foi enquadrado, costumam acusá-lo de “trair o movimento”.

Tal acusação seria ainda mais fácil e comum de se fazer a compositores de músicas de protesto como Criolo. Sim, porque poderíamos enquadrá-lo como rapper, mas não é só isso. Pelo contrário: é muito mais!

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Baden Powell & Vinícius de Moraes – Os Afro-sambas – 1966

Baden Powell & Vinícius de Moraes

Os Afro-sambas: disco de Baden Powell & Vinícius de Moraes, de 1966

Colaboração de Rafael Figura

Reza a lenda que, nos idos de 62, Vinícius de Moraes e Baden Powell trancaram-se por quase três meses no apartamento do “poetinha”, acompanhados por vinte caixas de uísque Haig’s, com o propósito de conceber uma série de composições com influência afro-brasileira.

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Riachão – Mundão de Ouro – 2013

Riachão

Mundão de Ouro: disco do Riachão, de 2013

Por Marcos Lauro*

Clementino Rodrigues, mais conhecido como Riachão, tem 92 anos de idade e é um dos grandes nomes do samba da Bahia. E depois de 13 anos longe dos estúdios, o sambista ganha agora um disco em forma de homenagem.

O trabalho de resgate, capitaneado pela cantora Vânia Abreu, não poderia ter nome melhor: Mundão de Ouro.

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Chico Buarque – Meus Caros Amigos – 1976

Chico Buarque

Meus Caros Amigos: disco de Chico Buarque, de 1976

Por Marcos Lauro

Em 1976, Chico Buarque já estava mais preocupado com suas criações no teatro do que com os shows. Enquanto o ritmo de shows diminuía, os espetáculos de teatro escritos ou musicados por ele bombavam nos palcos. E é nesse clima teatral que nasce Meus Caros Amigos.

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Rappin’ Hood – Sujeito Homem 2 – 2005

Rappin’ Hood - Sujeito Homem 2 - 2005

Sujeito Homem 2:  disco de Rappin’ Hood, de 2005

Por Marcos Lauro

O rap vem se esforçando para se tornar mais universal, mais abrangente. O gueto já sabe o que é o rap e para o que ele serve, mas e o resto? Esse esforço não é de hoje e podemos dizer que Sujeito Homem 2, do Rappin’ Hood, foi uma peça importante nessa ida do rap para outros ritmos e públicos.

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Bezerra da Silva – Alô Malandragem, Maloca o Flagrante! – 1986

Bezerra da Silva

Alô Malandragem, Maloca o Flagrante!: disco de Bezerra da Silva, de 1986

Por Marcos Lauro

“Alô, alô, todas as favelas do meu Brasil”. De Pernambuco e do coco para o Rio de Janeiro e o samba, Bezerra da Silva se tornou o porta-voz de todas as favelas do Brasil. E ainda mais: é voz presente em qualquer churrasco de laje que se preze – se não rolar uma do Bezerra num evento como esse, é fria.

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