The Corrs – In Blue – 2000

In Blue: disco do The Corrs de 2000

In Blue: disco do The Corrs de 2000

Colaboração de Rodrigo Freire

Não sou daquele tipo que pesquisa música ou decora nomes e letras. Sempre acabo descobrindo artistas novos (pra mim) quando ouço rádio ou pego carona com alguém. E isso também é bastante raro. Com The Corrs foi algo quase assim. Eles tinham “Breathless” como trilha sonora de uma novela que minha mãe gostava. Eu ouvi, gostei e quis saber mais sobre eles. Com isso, cheguei no In Blue, de 2000. Um dos poucos CDs que eu não pulo uma faixa.

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Justin Timberlake – The 20/20 Experience – 1 of 2 – 2013

The 20/20 Experience – 1 of 2, disco de Justin Timberlake de 2013

The 20/20 Experience – 1 of 2, disco de Justin Timberlake de 2013

Por Marcos Lauro

Ser ex-integrante de boy band deve ser tão ou mais difícil do que ser ex-BBB. A pessoa tem que provar que é boa. Mesmo! Quer dizer, nem pra todo mundo. Pras fãs do sexo feminino, Justin Timberlake sempre foi bom, desde a época de NSYNC. Talvez porque elas, especialmente quando eram mais novas, não se apegaram a detalhes como “afinal, a música é boa ou não?”. Era uma boy band, era a adolescência, eram os hormônios e ebulição e o pôster na parede do quarto estava ali para provar tudo isso.

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Joey Ramone – Don’t Worry About Me – 2002

Don’t Worry About Me, disco de Joey Ramone de 2002

Don’t Worry About Me, disco de Joey Ramone de 2002

Por Marcos Lauro

O rock perdeu um dos seus grandes nomes em abril de 2001. Depois de lutar contra um linfoma por aproximadamente sete anos, morria Joey Ramone. Claro que é difícil colocar um gênero musical inteiro na conta de um cara só, mas Joey Ramone pode ser considerado um dos pilares do punk rock, o gênero da negação, do niilismo e do contra (tudo e todos).

E pra quem pensava que tinha acabado, lá vinha Joey Ramone lembrando um dos clássicos da sua banda, os Ramones: “I Wanna Live” [eu quero viver]. Em fevereiro do ano seguinte ao da sua morte, saía Don’t Worry About Me, disco póstumo que relembra o punk garageiro e sujo dos anos 1970.

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O Rappa – O Silêncio Q Precede o Esporro – 2003

O Silêncio Q Precede o Esporro, disco d'O Rappa de 2001

O Silêncio Q Precede o Esporro, disco d’O Rappa de 2003

Por Marcos Lauro

O desafio aqui era grande. O Rappa já era uma banda consolidada no cenário nacional, mas perdia o seu líder e principal compositor. Depois do atentado a Marcelo Yuka, que o deixou numa cadeira de rodas, a banda decidiu tirá-lo do time. Independente do juízo de valores (e quem viu tanto o documentário quanto leu o livro de Yuka, e suas repercussões, tem a sua opinião sobre o fato), foi um baque. Afinal, da mente de Yuka tá tinham vindo hits que rechearam os quatro discos anteriores da banda.

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Ozzy Osbourne – Diary of a Madman – 1981

Diary of a Madman, disco de Ozzy Osbourne de 1981

Diary of a Madman, disco de Ozzy Osbourne de 1981

Colaboração de Mauricio Verderame

Se você tem menos de 45 anos, provavelmente não faz noção do que era ouvir um LP importado no Brasil de 1983. As coisas chegavam aqui com pelo menos um ou dois anos de atraso. Foi assim que no final de 83 uma fita cassete TDK me revelou o segundo álbum solo de Ozzy Osbourne, Diary of a Madman. É um álbum soberbo, em grande parte devido ao trabalho neoclássico do garoto Randy Rhoads – um quase desconhecido guitarrista que havia tocado numa formação prévia do Quiet Riot antes de se juntar à nova banda do ex-vocalista do Black Sabbath em 1979. Rhoads, com 25 anos à época da gravação, morreria exatamente um ano depois em um acidente de avião.

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Two Door Cinema Club – Tourist History – 2010

Tourist History, disco do Two Door Cinema Club de 2010

Tourist History, disco do Two Door Cinema Club de 2010

Colaboração de Nicole Kharsa

Lançado em 2010, o disco Tourist History, da banda norte-irlandesa Two Door Cinema Club, traz músicas como Something Good Can Work e I Can Talk, além da música que fez a banda estourar nas paradas britânicas What You Know. Esse disco é antigo, mas todas as faixas sem exceção são muito boas. A banda faz uma mistura de indie rock com arranjos eletrônicos.

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John Legend & The Roots – Wake Up! – 2010

Wake Up, disco de John Legend & The Roots de 2010

Wake Up, disco de John Legend & The Roots de 2010

Por Marcos Lauro

As eleições norte-americanas de 2008 trouxeram esperança não só para os habitantes daquele país como também para todo o mundo. Barack Obama era o primeiro presidente negro eleito, um sinal de igualdade e esperança. E, claro, essas eleições também inspiraram a cultura pop. Na música, um dos resultados foi o disco Wake Up!, produzido por John Legend e a banda The Roots.

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João Gilberto – Chega de Saudade – 1959

Chega de Saudade, disco de João Gilberto de 1959

Chega de Saudade, disco de João Gilberto de 1959

Colaboração de Malcon Fernandes

Graças a este disco, existe Caetano, Chico, Gil, Milton, Tom Zé e os Novos Baianos, entre outros. A sua forma de tocar violão mudaria o rumo da MPB. Naqueles tempos, os cantores de rádio eram os ídolos máximos com seus cabelos “Gumex” para trás, com bigodinho estilo amante latino e cantavam boleros com um tom forte, conquistando o público via Rádio Nacional. João fugiu dos padrões, mostrando-se um exímio e talentoso cantor e violonista que sempre buscava um jeito de mostrar a sua batida “bossa nova”.

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Elis Regina – Falso Brilhante – 1976

Falso Brilhante, disco de Elis Regina de 1976

Falso Brilhante, disco de Elis Regina de 1976

Por Marcos Lauro

Falso Brilhante é um disco ao vivo, só que ao contrário.

Nessa época era comum alguns artistas fazerem longas temporadas de shows. Da mesma forma como hoje são algumas peças de teatro, o artista se apresentava de quinta a domingo num lugar fixo por um tempo. E a Elis Regina fazia isso. E muito bem!

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